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outubro 30, 2015

Foto-Terapia!!!

Curioso como a vida nos leva para caminhos diferentes...

Por uma série de fatores acabei me encontrando na fotografia, a princípio com uma intenção terápica, de busca e conexão com outros mundos e busca de qualidade de vida, depois por me apaixonar por essa linguagem artística e por sua essência de criação estética que me permitir brincar com a luz...

Ainda são pequenos ensaios, mas se quiser conhecer meu portfólio clique na imagem abaixo:
http://egui.46graus.com/





maio 21, 2015

Tic tac

abril 16, 2015




É preciso aprender a viver só,
aprender a fazer silêncio,
para poder conviver com o outro,
porque dentro de cada um mora uma grande solidão.
Há um lugar dentro da gente que ninguém vai,
somente nós.
E nem nós mesmos sabemos como é esse lugar.
Então temos que aprender a respeitar
a solidão do outro e a nossa própria solidão.
Rubem Alves (1933-2014)
via Um vento na ilha

abril 14, 2015

Um bom conselho!!!

Se eu posso te dar um conselho, eis aqui: 

Não mendigue atenção de quem quer que seja. Não se esforce para compartilhar minutos com quem está mais interessado em coisas que não te incluem. Não prolongue a conversa apenas para ter o outro por perto, quando você perceber que precisa se esforçar bastante para que o monólogo vire um diálogo. Esqueça. Prefira a sua solidão genuína à pseudo presença de qualquer pessoa. Ainda digo mais: Perceba que existem pessoas que curtem dividir a atenção contigo sem que você precise desprender esforço algum. Aproveite o que te dão de livre e espontânea vontade. Dispense o que te dão por força do hábito ou por conveniência. Esqueça os que não querem te dar. 
Cada um dá ao outro aquilo que pode!

(Mario Calfat)

março 29, 2015

Mantra!


Não mexe comigo que eu não ando só (...) Eu tenho zumbi dos Palmares, tenho besouro (lenda da capoeira), o chefe dos tupis, sou tupinambá. (...) Todos os pajés em minha companhia. O menino Deus brinca e dorme nos meus sonhos, o poeta (português) me contou (...)

A rainha do mar anda de mãos dadas comigo, me ensina o baile das ondas e canta, canta, canta pra mim.

É do ouro de Oxum que é feita a armadura que guarda o meu corpo, garante meu sangue, minha garganta. O veneno do mal não acha passagem em meu coração. Maria ascende sua luz e me aponta o caminho.

Me sumo no vento, cavalgo no raio de Iansa, giro o mundo, viro, reviro (...) voo entre as estrelas (...) rezo com as três Marias, vou além me recolho no esplendor das Nebulosas..." (Trecho de Carta de Amor - Maria Bethânia)

março 19, 2015

"Bebo porque te tenho sede,
e ainda que seja veneno,
morrerei feliz por te beber.
Bebo-te porque nada mais tenho
além deste meu vicio de ti."
(Carlos Alberto)

março 17, 2015

Filme - As Vantagens de ser Invisível





Charlie - Por que as pessoas boas, sempre escolhem as pessoas erradas para ficar?
Bill - Nós aceitamos o amor que achamos que merecemos.
Charlie - E nós podemos mostrar para essas pessoas que elas merecem mais?
Bill - Nós podemos tentar.
(Filme - As Vantagens de ser Invisível)

ps. destaque especial para a trilha sonora #amo!

março 13, 2015

sem mais...


fevereiro 16, 2013

My dreamcatcher


Trata-se de um artefato indígena originário na tribo nativo americana Ojibwa, durante o "the Pan-Indian Movement" nas décadas de 1960 e 1970 e mais tarde adotados por nativos americanos de diversas nações. 
Conta a lenda que um velho índio ao fazer uma busca da visão no topo de uma montanha, lhe apareceu Iktomi a aranha, e comunicou-se em linguagem sagrada. 
A aranha pegou um aro de cipó e começou a tecer uma teia com cabelos de cavalo e as oferendas recebidas. Enquanto tecia, o espírito da aranha falava sobre os ciclos da vida, do nascimento á morte e das boas e más forças que atuam sobre nós em cada uma dessas fases. Ela dizia:
"Se você trabalhar com forças boas, será guiado na direção certa e entrará em harmonia com a natureza. Do contrário, irá para direção que causará dor e infortúnios".
Ao final a aranha devolveu ao velho índio o aro de cipó com uma teia no centro dizendo-lhe:
"No centro está a teia que representa o ciclo da vida. Use-a para ajudar seu povo a alcançar seus objetivos, fazendo bom uso de suas idéias, sonhos e visões. Eles vem de um lugar chamado Espírito do Mundo que se ocupa do ar da noite com sonhos bons e ruins. A teia quando pendurada se move livremente e consegue pegar sonhos, quando eles ainda estão no ar. Os bons sonhos sabem o caminho e deslizam suavemente pelas penas até alcançar quem está dormindo. Já os ruins ficam presos no círculo até o nascer do sol, e desaparecem com a primeira luz do novo dia".
No Xamanismo o aparador evoca a essência espiritual da aranha para compreender melhor a "teia da vida". Inspira a visão e o poder para trazer nossos sonhos até à realidade. Para se obter independência e coragem, para rompermos com armadilhas que criamos, sejam emocionais ou espirituais. Para rompermos a teia da ilusão, construirmos novos sonhos, para sonharmos mais, para tecermos a nossa própria vida.

Fonte: http://www.xamanismo.com.br

outubro 23, 2012

F. Nietzshe em "O eterno retorno" A Gaia Ciência - 341


E se um dia ou uma noite um demônio esgueirasse em tua mais solitária solidão e te dissesse:
"Esta vida, assim como tu a vives agora e como a viveste, terás de vivê-la ainda uma vez mais e ainda inúmeras vezes; e não haverá nela nada de novo, cada dor e cada prazer e cada pensamento e suspiro e tudo o que há de indizivelmente pequeno e de grande em tua vida há, de te retornar, e tudo na mesma ordem e sequência - e do mesmo modo esta aranha e este luar entre as árvores, e do mesmo modo este instante e eu próprio. A eterna ampulheta da existência será sempre virada outra vez - e tu com ela, poeirinha da poeira!" - Não te lançarias ao chão e rangerias os dentes e amaldiçoarias o demônio que te falasse assim? 
Ou viveste alguma vez um instante descomunhal, em que lhe responderias:
Tu és um Deus, e nunca ouvi nada mais divino!". 
Se esse pensamento adquirisse poder sobre ti, asim como tu és, ele te transformaria e talvez te triturasse; a pergunta, diante de tudo e de cada coisa: 
"Quero isto ainda uma vez e ainda inúmeras vezes?" Estaria como o mais pesado dos pesos sobre teu agir! Ou então, como terias de ficar de bem contigo mesmo e com a vida, para não desejar nada mais do que essa última, eterna confirmação?"

abril 24, 2012

Congratulations - 07 anos

Começou em 25 de abril de dois mil e cinco, passaram dois mil e seis, dois mil e sete, dois mil e oito, dois mil e nove, dois mil e dez, dois mil e onze e, amanhã 25 de abril de dois e doze, o Just Egui faz 7 anos...


Confesso que o espaço anda meio "as traças", muita coisa acontecendo e nem sempre consigo passar por aqui.

fevereiro 25, 2012

Mary and Max

Por dica do @ementa, assisti ontem Mary & Max, um longa-metragem em stop-motion dirigida por Adam Elliot. Difícil dizer se a animação é voltada ao público infantil ou adulto, pois apresenta temas para todas as idades. Momentos que você sente vontade de rir e outros que deseja chorar.  


Achei uma viagem pois explora temas como amizade, alcoolismo, origem dos bebês, obesidade, cleptomania, diferença sexual, síndrome de aspergerdiferenças religiosas e muito mais.

Mary é uma menina que vive na Austrália, vive infeliz, se acha feia por que tem uma marca de nascença na testa, que segundo ela própria, tem cor de cocô. 

Max é um senhor que vive em Nova Iorque, extremamente ansioso e que frequenta vigilantes do peso. Vive bem, até que é surpreendido pela curiosidade de Mary, dessa forma, começa uma bela amizade à distância, que vivencia todos os planos de uma amizade presencial.

Embora triste, achei lindo... indico para os que como eu gostam de ouvir histórias...

fevereiro 21, 2012

Futebol - Primeiro instrumento de comunicação verdadeiramente universal...

Não me aguentei depois que li o post do Sérgio Lima, por isso resolvi vir aqui no blog e escrever sobre o Museu do Futebol que fica em São Paulo, dentro do Estádio do Pacaembu.



Já fui ao museu duas vezes e com certeza me arrisco a passar por lá mais vezes, sempre que tiver oportunidade. Considero uma visita obrigatória a todos os amantes desta grande arte que move multidões.
Trata-se de três pavimentos totalmente interativos que apresentam as mais variadas curiosidades a respeito do tema. São narrações em áudio, projeções em tela, muitos vídeos, fotos, memórias e acontecimentos do futebol em diferentes épocas, times, jogadores, regras e enfim, tudo que você puder imaginar.
Em um dos espaços você pode chutar uma bola ao gol, por ali é verificado a velocidade do seu chute. Acessando o Chute a gol no site do Museu, você consegue a foto do seu chute...
Em outro espaço, tem uma quadra interativa que você chuta uma bola virtual.
O espaço que mais gostei, sem dúvidas é o que traz embaixo da arquibancadas umas projeções em 3D com vários videos mostrando os gritos das torcidas. É como se você estivesse no meio delas.
São muitos trechos e textos de curiosidades.
Vou colar aqui, um dos textos que me agradou bastante, que é possível encontrar lá. 

“O amor ao futebol como disputa apaixonada faz com que se perca de vista o seu papel transformador. Mas o fato é que o futebol tem sido uma ponte efetiva (e afetiva) entre a elite que foi buscá-lo no maior império colonial do planeta, a civilizadíssima Inglaterra, e o povo de um Brasil que, naqueles mil oitocentos e tanto, era constituído de ex-escravos. Juntar brancos e negros, elite senhorial e povo humilde foi sua primeira lição. O futebol demonstrou que o desempenho é superior ao nome da família e a cor da pele. Ele foi o primeiro instrumento de comunicação verdadeiramente universal e moderno entre todos os segmentos da sociedade brasileira. Ele tem ensinado a agregar e desagregar o Brasil por meio de múltiplas escolhas e cidadanias.
A segunda lição veio com seu desenho. Ele exprime valores antigos (a ideia de que há sorte em todos os confrontos), mas é dele também o ideal moderno de treino. Como uma atividade aberta, ele não discrimina tipos físicos e classes sociais.
O sujeito pode ser preto ou amarelo, alto ou baixo, culto ou ignorante, mas o que interessa é que saiba jogar. Mais: seu foco não são as nobres mãos que levam para o céu (como acontece no vôlei ou no basquete), mas os humildes pés que nos atrelam ao chão e a terra. No futebol, o pé que carrega o nosso corpo transforma-se num mágico instrumento capaz de enganar o adversário e de controlar e passar a bola. Como a capoeira, o jogo do ‘pé na bola’ trouxe a multidões de brasileiros a possibilidade de, ao menos simbolicamente, inverter o jogo. No Brasil, ele abriu a possibilidade de trocar as mãos pelos pés.

O pé, associado à pata e à brutalidade das bestas de carga, muda de posição no futebol. Nele usa-se o pé, sim, mas com método. Seguindo um regulamento que torna as chuteiras de todos os tamanhos e feitios, iguais. E aí está sua lição mais importante: o futebol civiliza o pé. Ele mostra que a parte mais atrasada e bárbara do corpo pode ser submetida não só às sutilezas do jogo, mas à civilidade do saber ganhar e perder sem ódio, de modo transparente e por esforço próprio. Sem a ‘mãozinha’ dos amigos ou parentes. Foi num campo de futebol, não num parlamento, que o povo brasileiro teve a prova de como é maravilhoso juntar treino com talento; ordem com imprevisibilidade; jogadas espetaculares com uma estrutura fixa; e, finalmente, o vitorioso com o derrotado. No futebol, como na democracia igualitária, o ganhador não pode existir sem o perdedor, que terá o triunfo amanhã, mas que hoje, na derrota, valoriza e legitima a nossa vitória.”  
De arrepiar, não é mesmo? O texto é do antropólogo Roberto da Matta.

ps.: O Museu também traz uma parte destinada a educação, pode-se agendar uma visita educativa com metodologias especificas adequadas ao público.
Abaixo um bônus com a foto das bandeiras dos times, destaque para primeira (da direita para esquerda) e mais linda de todas.


Veja também: 
Futebol Civiliza os Pés - Por Sérgio Lima

outubro 17, 2011

Angel - Jack Johnson

I've got an angel
She doesn't wear any wings
She wears a heart
That could melt my own
She wears a smile...



setembro 21, 2011

A criança que fui

A CRIANÇA QUE FUI CHORA NA ESTRADA-I 

A criança que fui chora na estrada.
Fonte: http://bit.ly/rgDSGX
Deixei-a ali quando vim ser quem sou;
Mas hoje, vendo que o que sou é nada,
Quero ir buscar quem fui onde ficou.
Ah, como hei-de encontrá-lo? Quem errou
A vinda tem a regressão errada.
Já não sei de onde vim nem onde estou.
De o não saber, minha alma está parada.
Se ao menos atingir neste lugar
Um alto monte, de onde possa enfim
O que esqueci, olhando-o, relembrar,
Na ausência, ao menos, saberei de mim,
E, ao ver-me tal qual fui ao longe, achar
Em mim um pouco de quando era assim.


A CRIANÇA QUE FUI CHORA NA 
ESTRADA-II
Dia a dia mudamos para quem
Amanhã não veremos. Hora a hora
Nosso diverso e sucessivo alguém
Desce uma vasta escadaria agora.
E uma multidão que desce, sem
Que um saiba de outros. 
Vejo-os meus e fora. Ah, que horrorosa semelhança têm!
São um múltiplo mesmo que se ignora.
Olho-os. Nenhum sou eu, a todos sendo.
E a multidão engrossa, alheia a ver-me,
Sem que eu perceba de onde vai crescendo.
Sinto-os a todos dentro em mim mover-me,
E, inúmero, prolixo, vou descendo
Até passar por todos e perder-me.


A CRIANÇA QUE FUI CHORA NA 
ESTRADA-III
Meu Deus! Meu Deus! Quem sou, que desconheço

O que sinto que sou? Quem quero ser
Mora, distante, onde meu ser esqueço,
Parte, remoto, para me não ter.

Fernando Pessoa

junho 14, 2011

Várias de mim...

Sou assim, duas de mim, as vezes três...
Quatro...cinco...seis, sou uma por mês.
Me diversifico, tem horas que grito
Vivo num conflito, mostro ao mundo minha dor.
Outras horas, só sei falar de amor
A mais romântica, melodramática 
Estática, chorosa e nervosa
Carente e decadente vingativa e inconsequente 
Ai quando menos me apercebo
Me transformo em mulher cheia de medo 
Cheia de reservas, coberta de sutilezas
Séria e sem defesa, no minuto seguinte
No papel de mulher fatal, viro logo a tal
Ai sou dona do mundo...
Segura e destemida
Altiva e atrevida 
Rasgo os meus segredos ao meio 
E exponho num roteiro 
De poesia ou texto agrido, 
Inflamo!!
Conto o que ninguém tem coragem de contar 

Explico detalhes que é melhor nem lembrar 
Sou assim, várias de mim, sorriso por fora, angustia toda a hora
Por dentro um tormento, no rosto nenhum sofrimento 
No corpo uma explosão de prazer, nos olhos, o desejo deixo perceber 
Melhor nem me conhecer...
Fique com as minhas letras, com as minhas palavras
Na vida real sou bem mais complicada, sou mil...
E quem tentou, descobriu
Que viver a meu lado é viver dentro de um campo minado
Prestes a explodir... mas quem esteve nele... nunca quis fugir...



(me identifiquei... roubei do tumblr da @jigglypuf_ )

abril 18, 2011

abril 11, 2011

e lá se vão 6 anos...


adoro ler meus posts antigos...

Fonte: http://goo.gl/tnyLv 
minha primeira tímida postagem (não publicada) data de 24 de abril de 2005... 
sim são 6 anos... curioso lembrar dos layouts e das tantas aprendizagens que vivi de lá para cá...
aqui escrevo de tudo... o que sinto, penso, vejo, acredito… desabafo minhas frustrações, compartilho minhas coisas, registros, trabalhos,  coisas especiais, informo e transformo minha vida em palavras para que aqui fiquem eternizadas...

assim, no mês de aniversário do blog sinto-me feliz por ter aprendido o prazer de escrever e de colaborar, esse é sem dúvida, meu maior presente... por aqui poder viajar...


abril 05, 2011

Verdade - Carlos Drummond de Andrade

Fonte: http://migre.me/4bQfe

A porta da verdade estava aberta,
mas só deixava passar
meia pessoa de cada vez.
Assim não era possível atingir toda a verdade,
porque a meia pessoa que entrava
só trazia o perfil de meia verdade.
E sua segunda metade
voltava igualmente com meio perfil.
E os meios perfis não coincidiam.
Arrebentaram a porta. Derrubaram a porta.
Chegaram ao lugar luminoso
onde a verdade esplendia seus fogos.
Era dividida em metades
diferentes uma da outra.
Chegou-se a discutir qual a metade mais bela.
Nenhuma das duas era totalmente bela.
E carecia optar. Cada um optou conforme
seu capricho, sua ilusão, sua miopia.

março 13, 2011

13 de março...

I can see clearly now the rain is gone.
I can see all obstacles in my way.
Gone are the dark clouds that had me blind.
It's gonna be a bright (bright)
bright (bright) sunshiny day.