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fevereiro 25, 2012

Mary and Max

Por dica do @ementa, assisti ontem Mary & Max, um longa-metragem em stop-motion dirigida por Adam Elliot. Difícil dizer se a animação é voltada ao público infantil ou adulto, pois apresenta temas para todas as idades. Momentos que você sente vontade de rir e outros que deseja chorar.  


Achei uma viagem pois explora temas como amizade, alcoolismo, origem dos bebês, obesidade, cleptomania, diferença sexual, síndrome de aspergerdiferenças religiosas e muito mais.

Mary é uma menina que vive na Austrália, vive infeliz, se acha feia por que tem uma marca de nascença na testa, que segundo ela própria, tem cor de cocô. 

Max é um senhor que vive em Nova Iorque, extremamente ansioso e que frequenta vigilantes do peso. Vive bem, até que é surpreendido pela curiosidade de Mary, dessa forma, começa uma bela amizade à distância, que vivencia todos os planos de uma amizade presencial.

Embora triste, achei lindo... indico para os que como eu gostam de ouvir histórias...

abril 18, 2010

Às vezes, dependemos dos outros como um espelho (My Blueberry Nights)

Assisti ontem um filme lindinho (indicação da Keila Lima), chama-se My Blueberry Nights e tem Jude Law (maravilhosinho) e Nora Jones no elenco.

O enredo traz inúmeras mensagens fantásticas, que podem nos ajudar a resolver questões interiores...
Destaco aqui algumas...
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Jeremy: Assim como as tortas e bolos. Ao final de toda noite, o cheesecake e a torta de maçã já não existem mais, sempre. A torta de pêssego e a torta de mouse de chocolate estão quase no final. Mas sempre sobra uma torta de blueberry inteira. Intocada.
Elizabeth: O que há de errado com essa torta?
Jeremy: Não há nada de errado com a torta. As pessoas fazem suas escolhas. Você não pode culpar a torta de blueberry… É só que… Ninguém a quer.

Se você vai embora o que sobram são as memórias criadas na vida das pessoas.
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Como dizer adeus a alguém sem o qual não consegue viver?

Eu não disse adeus. Não falei nada. Eu apenas fui embora!

E no fim daquela noite, decidi pegar o caminho mais longo para cruzar a rua.

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“Nos últimos dias aprendi a não confiar nas pessoas, e estou feliz por ter falhado!
Às vezes, dependemos dos outros como um espelho. Para nos definir e dizer quem somos. E esse reflexo me faz gostar de mim mesma um pouco mais”
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