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março 03, 2015
março de 2015
Há quem diga que todas as noites são de sonhos.
Mas há também quem garanta que nem todas, só as de verão. No fundo, isto não tem muita importância.
O que interessa mesmo não é a noite em si, são os sonhos. Sonhos que o homem sonha sempre, em todos os lugares, em todas as épocas do ano, dormindo ou acordado.
(Sonho de uma Noite de Verão)
William Shakespeare
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fevereiro 16, 2013
My dreamcatcher
Trata-se de um artefato indígena originário na tribo nativo americana Ojibwa, durante o "the Pan-Indian Movement" nas décadas de 1960 e 1970 e mais tarde adotados por nativos americanos de diversas nações.
Conta a lenda que um velho índio ao fazer uma busca da visão no topo de uma montanha, lhe apareceu Iktomi a aranha, e comunicou-se em linguagem sagrada.
A aranha pegou um aro de cipó e começou a tecer uma teia com cabelos de cavalo e as oferendas recebidas. Enquanto tecia, o espírito da aranha falava sobre os ciclos da vida, do nascimento á morte e das boas e más forças que atuam sobre nós em cada uma dessas fases. Ela dizia:
"Se você trabalhar com forças boas, será guiado na direção certa e entrará em harmonia com a natureza. Do contrário, irá para direção que causará dor e infortúnios".
Ao final a aranha devolveu ao velho índio o aro de cipó com uma teia no centro dizendo-lhe:
"No centro está a teia que representa o ciclo da vida. Use-a para ajudar seu povo a alcançar seus objetivos, fazendo bom uso de suas idéias, sonhos e visões. Eles vem de um lugar chamado Espírito do Mundo que se ocupa do ar da noite com sonhos bons e ruins. A teia quando pendurada se move livremente e consegue pegar sonhos, quando eles ainda estão no ar. Os bons sonhos sabem o caminho e deslizam suavemente pelas penas até alcançar quem está dormindo. Já os ruins ficam presos no círculo até o nascer do sol, e desaparecem com a primeira luz do novo dia".
No Xamanismo o aparador evoca a essência espiritual da aranha para compreender melhor a "teia da vida". Inspira a visão e o poder para trazer nossos sonhos até à realidade. Para se obter independência e coragem, para rompermos com armadilhas que criamos, sejam emocionais ou espirituais. Para rompermos a teia da ilusão, construirmos novos sonhos, para sonharmos mais, para tecermos a nossa própria vida.
Fonte: http://www.xamanismo.com.br
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fevereiro 21, 2012
Futebol - Primeiro instrumento de comunicação verdadeiramente universal...
Não me aguentei depois que li o post do Sérgio Lima, por isso resolvi vir aqui no blog e escrever sobre o Museu do Futebol que fica em São Paulo, dentro do Estádio do Pacaembu.

A segunda lição veio com seu desenho. Ele exprime valores
antigos (a ideia de que há sorte em todos os confrontos), mas é dele também o
ideal moderno de treino. Como uma atividade aberta, ele não discrimina tipos
físicos e classes sociais.

Veja também:

Já fui ao museu duas vezes e com certeza me arrisco a passar por lá mais vezes, sempre que tiver oportunidade. Considero uma visita obrigatória a todos os amantes desta grande arte que move multidões.
Trata-se de três pavimentos totalmente interativos que apresentam as mais variadas curiosidades a respeito do tema. São narrações em áudio, projeções em tela, muitos vídeos, fotos, memórias e acontecimentos do futebol em diferentes épocas, times, jogadores, regras e enfim, tudo que você puder imaginar.
Em um dos espaços você pode chutar uma bola ao gol, por ali é verificado a velocidade do seu chute. Acessando o Chute a gol no site do Museu, você consegue a foto do seu chute...
Em outro espaço, tem uma quadra interativa que você chuta uma bola virtual.
O espaço que mais gostei, sem dúvidas é o que traz embaixo da arquibancadas umas projeções em 3D com vários videos mostrando os gritos das torcidas. É como se você estivesse no meio delas.
Vou colar aqui, um dos textos que me agradou bastante, que é possível encontrar lá.
“O amor ao futebol como disputa apaixonada faz com que se
perca de vista o seu papel transformador. Mas o fato é que o futebol tem sido
uma ponte efetiva (e afetiva) entre a elite que foi buscá-lo no maior império
colonial do planeta, a civilizadíssima Inglaterra, e o povo de um Brasil que,
naqueles mil oitocentos e tanto, era constituído de ex-escravos. Juntar brancos
e negros, elite senhorial e povo humilde foi sua primeira lição. O futebol
demonstrou que o desempenho é superior ao nome da família e a cor da pele. Ele
foi o primeiro instrumento de comunicação verdadeiramente universal e moderno
entre todos os segmentos da sociedade brasileira. Ele tem ensinado a agregar e
desagregar o Brasil por meio de múltiplas escolhas e cidadanias.
A segunda lição veio com seu desenho. Ele exprime valores
antigos (a ideia de que há sorte em todos os confrontos), mas é dele também o
ideal moderno de treino. Como uma atividade aberta, ele não discrimina tipos
físicos e classes sociais.
O sujeito pode ser preto ou amarelo, alto ou baixo, culto ou
ignorante, mas o que interessa é que saiba jogar. Mais: seu foco não são as
nobres mãos que levam para o céu (como acontece no vôlei ou no basquete), mas
os humildes pés que nos atrelam ao chão e a terra. No futebol, o pé que carrega
o nosso corpo transforma-se num mágico instrumento capaz de enganar o
adversário e de controlar e passar a bola. Como a capoeira, o jogo do ‘pé na
bola’ trouxe a multidões de brasileiros a possibilidade de, ao menos
simbolicamente, inverter o jogo. No Brasil, ele abriu a possibilidade de trocar
as mãos pelos pés.

O pé, associado à pata e à brutalidade das bestas de carga,
muda de posição no futebol. Nele usa-se o pé, sim, mas com método. Seguindo um
regulamento que torna as chuteiras de todos os tamanhos e feitios, iguais. E aí
está sua lição mais importante: o futebol civiliza o pé. Ele mostra que a parte
mais atrasada e bárbara do corpo pode ser submetida não só às sutilezas do
jogo, mas à civilidade do saber ganhar e perder sem ódio, de modo transparente
e por esforço próprio. Sem a ‘mãozinha’ dos amigos ou parentes. Foi num campo
de futebol, não num parlamento, que o povo brasileiro teve a prova de como é
maravilhoso juntar treino com talento; ordem com imprevisibilidade; jogadas
espetaculares com uma estrutura fixa; e, finalmente, o vitorioso com o
derrotado. No futebol, como na democracia igualitária, o ganhador não pode
existir sem o perdedor, que terá o triunfo amanhã, mas que hoje, na derrota,
valoriza e legitima a nossa vitória.”
De arrepiar, não é mesmo? O texto é do antropólogo Roberto da Matta.
ps.: O Museu também traz uma parte destinada a educação, pode-se agendar uma visita educativa com metodologias especificas adequadas ao público.
De arrepiar, não é mesmo? O texto é do antropólogo Roberto da Matta.
ps.: O Museu também traz uma parte destinada a educação, pode-se agendar uma visita educativa com metodologias especificas adequadas ao público.
Abaixo um bônus com a foto das bandeiras dos times, destaque para primeira (da direita para esquerda) e mais linda de todas.
Sofremos com o futebol porque ele é muito mais que um jogo - Por Fabrício Vasselai
Futebol Civiliza os Pés - Por Sérgio Lima
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